Severino vê penas caídas no pátio e se apavora. Ele cisma que a Matinta Pereira, lenda do folclore brasileiro, está rondando o Prédio Azul e pode querer levar uma das crianças.
Bento, Pippo e Sol criam uma horta, mas ela desaparece. A investigação leva os detetives ao Prédio Amarelo. Eles conhecem os vizinhos e a síndica Marga.
As crianças são rivais, mas Leocádia e Marga parecem se entender cada vez mais. Um pacote suspeito aparece na portaria e os detetives decidem investigar.
Leocádia decide trocar o sofá. Sem ter onde dormir, Theobaldo se muda para o porão. Após uma guerra de geleca, os detetives passam a noite no pátio vigiando.
O Prédio Azul é acordado por um piano que toca sozinho. Leocádia fica irritada porque é a música que ela mais odeia. Os detetives precisam descobrir o responsável por isso.
Leocádia decide que seu par ideal deve ser um grande gênio. Albert Einstein chega ao Prédio Azul, mas se envolve em um mistério que apenas Sol, Bento e Pippo podem resolver.
O Prédio vive um clima de aeroporto e viagens de avião até que surge uma mala misteriosa na portaria. Aquele que descobrir a senha do cadeado vai poder ficar com ela.
Bento produz uma traquitana, um objeto capaz de sentir qualquer cheiro, mas o Grava-Odor começa a invadir a privacidade dos moradores. Surge um mistério e todos são suspeitos.
Os vizinhos do Prédio Amarelo dão uma festa e colocam música alta. Incomodados, Sol, Bento e Pippo tocam rock o mais alto possível. No meio de tanto barulho surge um mistério.
Severino vê penas caídas no pátio e se apavora. Ele cisma que a Matinta Pereira, lenda do folclore brasileiro, está rondando o Prédio Azul e pode querer levar uma das crianças.
Sol e Sissi organizam um brechó no pátio. Uma bolsa desaparece e o xale escolhido por Leocádia não cai tão bem. Os detetives precisam solucionar um caso.
A cadeira de Theobaldo desaparece e os detetives acreditam que tem dedo dos vizinhos do Prédio Amarelo. O mistério não é tão simples quanto parece. Será mais um plano de Marga?
Enquanto as crianças entram em uma disputa com os vizinhos, Severino sonha com seu próprio programa de TV. Leocádia decide fazer uma poção mágica que vai provocar muita confusão.
Alguém tenta cortar um galho da árvore no pátio do Prédio Azul, que começa misteriosamente a ser tomado por plantas. Os detetives vão precisar resolver os dois mistérios.
É dia de Festa do Campo no Prédio Azul e todos os moradores estão animados. Severino está com a cabeça meio esquecida e Theobaldo decide ajudar, mas causa a maior confusão.
Tomatini recebe um amigo argentino no Prédio Azul e todos organizam um concurso para escolher a melhor empanada. Marga resolve colocar mais um plano maligno em prática.
Leocádia está com vontade de participar de um safári e decide fazer um feitiço para trazer a selva até o Prédio Azul. Mais uma confusão para os detetives resolverem.
O quadro da Vó Berta amanhece torto e Leocádia promete pregá-lo firme na parede. Severino está sem o martelo e Leocádia decide pegar emprestado o do grande deus Thor.
Uma banheira de ouro surge no pátio. Leocádia fica fascinada e acredita que é um presente de Theobaldo. Os detetives precisam solucionar mais um mistério com a marca da aranha.
O livro da Carochinha, de Leocádia, desaparece. O Prédio Azul é enfeitiçado, dando vida a vários contos de fadas, como Chapeuzinho Vermelho, Três Porquinhos e Lobo Mau.
Os detetives, Leocádia e Theobaldo precisam proteger o Prédio Azul e salvar a Vó Berta das mãos de Marga e ZZ. Um novo mistério traz uma revelação sobre a Aranha.
Marga, ZZ e Berta invadem o Prédio Azul para abrir o Portal para Ondion e permitir a passagem de bruxos malignos. Os detetives fazem uma missão enquanto os bruxos batalham.
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